segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Redes Sociais na Biblioteca Escolar: Facebook

Não se pode negar a importância das tecnologias no cotidiano atual e seu poder refletido na sociedade. O uso de recursos tecnológicos, principalmente por não gerar muitos gastos financeiros, é fundamental ainda mais para atrair o interesse e se aproximar dos usuários da biblioteca no meio digital.

O Facebook, por ser a rede social mais usada atualmente por entre os brasileiros, se apresenta também como importante ferramenta para a divulgação e aproximação não apenas dos usuários da biblioteca escolar (toda a comunidade escolar), mas também daqueles que são próximos a esses usuários.

exemplo: página de uma biblioteca na rede social Facebook
A melhor ferramenta que se pode se aproveitar do Facebook é criar uma página pois assim o número de acesso é maior, já que se o bibliotecário escolher criar uma conta para a biblioteca escolar existe um número limite de amigos que pode estar conectado com a conta, ao contrário da página.

Nas publicações da página, o bibliotecário pode fazer divulgação para a comunidade (não apenas a escolar a qual faz parte)  de seu acervo, de atividades e/ou projetos que se engajar, entre outros.

O papel do Bibliotecário na biblioteca escolar



Com a constante, atualização das tecnologias, surge então a necessidade das bibliotecas se reinventarem também, à medida que o conteúdo se torna mais acessível on-line e o papel dessas bibliotecas se torna menos relacionado a armazenar livros, e mais direcionado a conectar leitores e construir conhecimentos. As bibliotecas já não são mais lugares restritos aos livros. com isso consequentemente muda o papel do bibliotecário  dentro das bibliotecas escolares, o papel do bibliotecário escolar deverá combinar as atuações de um especialista da informação com o de um agente (importante) da integração — dentro das escolas — de diversas tecnologias emergentes. Portanto, a ansiedade no ambiente das bibliotecas escolares não tem sido pouca. Sabemos também, que em termos legais, a biblioteca escolar no Brasil é agora equipamento obrigatório.

domingo, 3 de novembro de 2019

Dicas da Nuvem: Retorno ao Big-Bang Microcósmico

O livro nacional, publicado pelo Banco do Nordeste do Brasil em 2009, traz uma mistura de conscientização social e reflexão filosófica sobre o variado conceito que atualmente é tomado como natural com elementos que são típicos das narrativas de Ficção Científica, como bem lembra a Presidente do Clube de Leitores de Ficção Científica Brasil, Ana Cristina Rodrigues, "[...], Retorno ao Big Bang Microcósmico é uma narrativa ágil com personagens que podiam ser nossos conhecidos, nossos vizinhos, nossos amigos."




Denis Moura fez um ótimo trabalho nos apresentando essa obra que facilmente nos engana em relação ao tempo que se passa. Afinal, Retorno ao Big Bang Microcósmico é passado, atual ou uma obra futurista?

Um livro pouco conhecido e muito difícil de se encontrar, mas que realmente merece fazer parte de um acervo da biblioteca escolar, e que pode facilmente ser uma dica entre bibliotecário e professor para que a obra seja mais discutida e aberta na sala de aula.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Dicas da nuvem



 ONDE COMPRAR LIVROS BARATOS NA INTERNET

Comprar livros nem sempre pode ser uma prioridade, dificuldades financeiras acabam por impedir essas compras e para quem gosta de lê muito, sai bem caro a compra de livros e o prazer da leitura vai ficando bem distante, quem não gosta daquele cheirinho de livro novo, aquela capa bem detalhada e um imensidão de letras para devorar. Para quem gosta de lê temos uma dica ótima de um site que está na boca dos amantes de livros a Estante Virtual com vários lançamentos de livros, seminovos e novos, preços acessíveis e promoções imperdíveis, frete grátis para alguns livros, Baratinhos do mês. Enfim uma infinidade de facilidades para você adquirir o livro que tanto almeja.
Espero que tenham gostado. Para que ficou interessado clica Aqui

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

A Censura das Bibliotecas e a Ditadura Militar.


 

·       Desde o golpe de 1964, livros e editores foram perseguidos pelo poder ditatorial. Apenas dois dias depois do golpe, o governo fechou o Editorial Vitória, do Partido Comunista Brasileiro (PCB), por considerá-lo “o maior centro de difusão de obras marxistas no Brasil”. Esta e outras ações repressivas começaram a instaurar no país uma cultura do medo, dentro da qual a censura era um elemento chave. A ditadura também organizou verdadeiros index, ou listas de livros e autores proibidos. Em 1965, uma portaria do Ministério da Justiça indicava uma lista com 33 “livros de natureza subversiva”. Entre aqueles que deveriam ser apreendidos destacavam-se os volumes da coleção Cadernos do Povo Brasileiro, da Editora Civilização Brasileira, obras de Karl Marx e de Friedrich Engels, de autores russos, de intelectuais brasileiros de esquerda, além de uma obra da escritora Adelaide Carraro (Falência das elites). No ano seguinte, foi censurado o livro Torturas e torturados, do ex-deputado Márcio Moreira Alves (Rio de Janeiro, Idade Nova, 1966), que registrava casos de tortura ocorridos entre 1964 e 1966. Em 1965, o editor Ênio Silveira, proprietário da editora Civilização Brasileira e militante do PCB, foi preso para prestar depoimentos sobre suas atividades profissionais. Ênio Silveira posicionou-se contra a censura e sofreu as consequências, visto que sua editora foi uma das mais perseguidas. Até mesmo o ditador Marechal Castello Branco questionou a necessidade da prisão de Silveira. “Por que a prisão de Ênio? Só para depor?”, teria escrito Castello Branco em carta ao então chefe da Casa Militar, Ernesto Geisel, “a repercussão é contrária a nós (…). Isso nos rebaixa”. A divergência já indicava fissuras internas entre os militares. Mais tarde, em 1968, a livraria de Ênio Silveira no Rio de Janeiro foi alvo de um atentado à bomba. Diante desse clima repressivo, muitas pessoas passaram a tomar precauções em relação aos livros que possuíam, uma vez que muitos deles passaram a ser vistos pela ditadura como “armas perigosas” de subversão. Muitas pessoas queimavam ou enterravam seus próprios livros considerados “comprometedores”, transformando em realidade as previsões da obra Fahrenheit 451, de Ray Bradubury. Outros espalharam seus livros entre os amigos que não possuíam nenhum envolvimento político, pensando que mais tarde, quando a censura enfraquecesse, iriam recuperá-los. O fato é que muita gente perdeu bibliotecas inteiras com medo da perseguição.






terça-feira, 29 de outubro de 2019


A atuação de rodas de leitura na biblioteca escolar.
               Rodas de leitura é uma das atividades que podem ser desenvolvidas na biblioteca escolar, contribuindo para uma melhor aprendizagem do aluno de forma que tanto ele possa aprender com as leituras, como também estar repassando aos demais o seu aprendizado.Apesar da deficiência das bibliotecas escolares, devido à falta de políticas públicas voltadas a mesma e diversos outros fatores, os bibliotecários juntamente com a escola devem incentivar as rodas de leitura aos alunos trazendo os para dentro da biblioteca para lerem os livros que ficam muitas vezes apenas ocupando estantes dentro das bibliotecas.
    Através das rodas de leituras os alunos são incentivados a leitura literária, conhecerem melhor o acervo da biblioteca e desenvolverem a sua criticidade. Além de se divertirem conhecendo novas histórias, conquistam um melhor vocabulário, a escrita começa a ficar cada vez mais aprimorada, melhoram também relacionamentos com outros colegas  fazendo novas amizades.
Estrutura da bibliotecas.

A falta de espaço destinado a leitura em escolas brasileiras impede que jovens desenvolvam gosto pela leitura.  Nos pais cerca de 15 milhões de alunos estudam  em escolas sem bibliotecas, equipamentos básicos para a formação  educacional, criada em 2010, a lei universalização das bibliotecas prevê a instalação  de bibliotecas em todas as instituições  públicas de ensino.  No entanto a lei está longe de ser realizada.

O Brasil  precisa construir  1,30 mil bibliotecas até 2020 para cumprir a lei de 12.244 que estabelece a existência de um acervo de menos de 1 livro por aluno em cada instituição de ensino no país.

Proporciona informação é ideal fundamentais para sermos bem sucedidos na sociedade. A biblioteca escolar desenvolve -nos alunos competências  para aprendizagem ao longo da vida é estimula a imaginação, permitindo-lhe tornarem- se cidadãos responsáveis (Unesco).

Das 180 mil escolas brasileiras, 98 mil( 55%) não têm bibliotecas escolar ou sala de leitura.



Afastados do universo da leitura os, estudantes brasileiros enfrentam deficiência que não se resumem apenas a sua escolar, mas sim a toda sua formação como cidadão.

TIPOS DE BIBLIOTECAS.

O tipo de biblioteca é determinado pelas funções e serviços oferecem, pela comunidade que atende, e pelo seu vínculo institucional. ...